Revista Expressão 155: A importância da Nutrição Infantil

A introdução dos alimentos saudáveis durante a infância resulta em inúmeros benefícios que farão toda a diferença na fase adulta

O leite materno é o primeiro e único alimento que o bebê necessita até os 06 meses de vida, após este período já se pode introduzir algumas outras opções ao cardápio da criança como papinhas e sopas. No entanto, é muito importante que os pais tenham consciência que as experiências nutricionais vividas neste início da vida podem interferir a longo prazo na vida de seus filhos, devido a isso é de extrema importância que os hábitos alimentares saudáveis se tornem constantes desde a infância.

Para que isso seja possível, Natalia Hameury Martini, que é formada em Farmácia e, atualmente, é graduanda de Nutrição, diz que é preciso tornar a alimentação divertida, ou seja, torna-la atrativa para as crianças de maneira a explorar da criatividade na hora das refeições. Essa ação é colocada em prática por Natalia desde o nascimento de sua filha, Giovanna Martini Bortolucci, que atualmente tem 10 anos, mas que desde bem nova possui o hábito de comer alimentos saudáveis como brócolis, o seu preferido, couve-flor, maçã, ovos, goiaba, entre muitos outros.

Entretanto, este é um processo de desenvolvimento comportamental, e é nesse ponto que entra a nutrição infantil, a grande responsável por ensinar as crianças a consumir os alimentos por prazer e também porque eles desencadearão inúmeros benefícios para a saúde tanto física como mental. “Nem sempre é fácil fazer com que uma criança coma determinado alimento, por isso é preciso criar estratégias funcionais. Com a Giovanna eu criava os pratos de maneira criativa e dinâmica, pegava os brócolis e fazia uma árvore, usava as cenouras e demais vegetais para fazer o rostinho de um palhaço e assim por diante. Dessa forma, minha filha foi se acostumando e hoje ela mesma pede esse tipo de alimento”, explica Natalia.

As consequências da criação deste padrão saudável de alimentação na infância tem grande influência na fase adulta, mas também já pode ser notada no presente, afinal a criança dificilmente fica doente, tem mais energia, disposição para a realização de atividades físicas, facilidade de aprendizagem e tem o seu sistema imunológico fortalecido. Giovanna diz se sentir disposta todos os dias e ela mesma prepara os seus próprios alimentos com a supervisão da mãe. “Muitas vezes de primeiro momento eu olhava e não gostava de determinada comida, só que a minha mãe encontrava formas de fazer com que eu pelo menos experimentasse e, assim, acabei conhecendo muitos alimentos que pensei que não seriam gostosos, mas que hoje em dia utilizo em minhas receitas e fica muito bom”, afirma Giovanna.

Segundo Natalia, além de colaborar com o desenvolvimento da criança em relação à saúde, este processo comportamental também ajuda para que ela se torne independente e crie os seus próprios cardápios do dia a dia, claro, sempre com supervisão de um adulto. “A nutrição infantil resulta em incontáveis benefícios para a criança a curto e longo prazo, contudo é preciso dedicação dos pais ou responsáveis para que possam observar seus filhos enquanto preparam o seu prato e no período de educação do que é interessante ela comer ou não, tornando este momento divertido para que seja de mais fácil aceitação”, finaliza.

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