Exportações brasileiras crescem, mas setor deve se profissionalizar

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 18,23 bilhões entre janeiro e abril deste ano. No quadrimestre foram exportados USS 82,1 bilhões e importados US$ 63,8 bilhões. Os dados são do portal Comex Stat, vinculado ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços do governo federal.

Os números mostram que as transações de compra e venda para outros países continuam em alta, embaladas principalmente pelas commodities de soja, minério de ferro e óleos brutos de petróleo. Mas o que antes era um movimento exclusivo de grandes empresas, hoje é prática adotada por negócios de diferentes portes e ramos de atuação.

Artigos de confeitaria, frutas, bebidas alcoólicas, inseticidas, ferramentas de uso manual, equipamentos domésticos e uma série de produtos ganham cada vez mais relevância nos indicadores do comércio exterior.

“A expansão em outras áreas de negócios é muito positiva. Isso gera novos empregos, renda e permite que pequenos e médios empresários encontrem diferentes possibilidades a seus produtos nos cinco continentes”, explica o advogado especialista em direito aduaneiro Arthur Achiles de Souza Correa.

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