Dicas para conseguir o tão sonhado intercâmbio

Seja para incrementar o currículo, conhecer novas culturas ou aprender um novo idioma, morar em outro país é o sonho de milhões de brasileiros. Cerca de 4 em cada 10 adultos (43%) gostaria de deixar o país, e o número sobe para 62% quando considerados apenas os jovens de 16 a 24 anos, de acordo com uma Pesquisa do DataFolha. O número equivale à população inteira de Minas Gerais.

Não à toa, este mercado só cresce. O setor de educação estrangeira bateu o recorde de 302 mil estudantes, em 2017, aponta a Pesquisa Selo Belta 2018. Entre os destinos mais procurados estão Canadá (23%), Estados Unidos (21,6%), Reino Unido (10,2%), Nova Zelândia (6,9%) e Irlanda (6,5%). No total, 39 destinos apareceram como opções dos brasileiros.

Há uma infinidade de roteiros, pacotes e oportunidades, por isso é necessário se planejar financeiramente para medir o melhor custo-benefício e elencar os próximos passos para transformar o sonho em realidade. É justamente nessa hora que muitos brasileiros ainda têm dúvidas sobre o que fazer.

Sabendo disso, a GFAI, empresa líder no Brasil em serviços de Planejamento Financeiro, separou algumas dicas para deixar os brasileiros mais próximos do desejado intercâmbio:

Comparar destinos
O primeiro passo é pesquisar qual é o melhor custo-benefício em relação ao destino escolhido. Alguns países são mais caros do que outros, por isso deixar a mente aberta para usufruir da melhor oportunidade disponível para o bolso, é uma boa opção. É importante se atentar para os gastos variáveis durante o processo, como visto, despachante, seguro-viagem, etc. Alguns países exigem visto de estudante ou trabalho, e eles podem não estar inclusos no pacote. O mesmo acontece com o seguro-viagem, que dá respaldo para o brasileiro utilizarem serviços de saúde, caso seja necessário durante a estadia no país.

Fazer Planejamento Financeiro
O planejamento financeiro é fundamental para juntar a quantia necessária para o intercâmbio. Ele também ajuda a verificar o fluxo de caixa, ou seja, para onde o dinheiro está indo. Esse é o primeiro passo para pensar em uma estratégia de redução dos gastos. O café do dia-a-dia ou a balinha depois do almoço podem pesar no orçamento.

Ser franco consigo mesmo
Tudo na vida é uma questão de elencar prioridades. Algumas pessoas demoram mais para alcançar objetivos porque não estão dispostas a abrir mão de coisas cotidianas que, se somadas, ocupam uma boa parte dos gastos mensais. O primeiro passo é olhar para a vida financeira com franqueza, para identificar os pontos fracos e fortes. Dessa forma, é mais fácil ficar alerta e analisar as finanças de maneira racional, para decidir o quanto é possível poupar, baseado em evidências e não nas emoções.

Ter disciplina
Seguir o planejamento financeiro talvez seja uma das tarefas mais difíceis do processo, mas com certeza é a mais recompensadora. A disciplina é a chave para o começo de um bom planejamento. Quando definida a quantia que deve ser poupada, uma boa saída é tirá-la da conta corrente, seja colocando-a em uma poupança ou um fundo de investimentos. Essa medida impede que o calor do momento de uma compra ou um dia estressante, por exemplo, atrapalhem os planos da viagem.

Acompanhar o câmbio
Fazer o controle do câmbio é essencial para economizar e conseguir fazer uma reserva para gastar durante a viagem. Assim que a data do intercâmbio for definida, é recomendado fazer um cartão internacional. Com ele, é possível guardar pequenas quantias na moeda do país de destino e aproveitar as melhores condições, posto que o real pode valorizar em um dia específico e fazer o dinheiro render mais – mesmo fora do Brasil.

 

Fonte: GFAI – Planejamento Financeiro

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