Centro Cultural Octo Marques encerrou 2025 com uma significativa marca de mais de 7.500 visitantes, consolidando-se como uma das principais vitrines da arte contemporânea em Goiás. A unidade, gerida pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás), apresentou uma programação diversificada ao longo do ano, incluindo a exposição de 21 artistas em suas duas salas expositivas.
Com um total de oito exposições relevantes, o Centro Cultural ofereceu ao público uma mescla de talentos de diferentes gerações e estilos. Entre as mostras de destaque, “Mapas Invisíveis”, de Dauto Galli, atraiu 1.229 visitantes, enquanto a exposição coletiva “Sob Nossos Cascos”, de Rafael Almeida, somada a “Sorrindo é Melhor”, de Cadjoo, e “Matrizes de Banzo: Entre o Perene e o Perecível”, de Marcelo Ramalho, reuniu um público de 2.270 pessoas.
Essas exposições trataram de questões relevantes como identidade, memória, território e afetos. Os artistas utilizaram uma variedade de suportes, incluindo pintura, fotografia, instalações, videoarte, e até mesmo recursos de inteligência artificial. Esse rico repertório provocou reflexões sobre a ocupação urbana e a ressignificação do passado.
A secretária de Estado da Cultura, Yara Nunes, destacou a importância do Centro Cultural em promover a acessibilidade. As galerias estiveram abertas praticamente todos os dias, exceto no Natal e no Ano Novo, oferecendo um espaço continuo de lazer e cultura tanto para os moradores quanto para os turistas. “Retomamos a unidade como um espaço de cultura vibrante”, afirmou.
A coordenadora do espaço, Débora Correa, enfatizou o impacto dos números alcançados em 2025 e seu papel na valorização da produção artística local. “Esses resultados refletem nosso compromisso com a democratização do acesso à cultura em Goiás. Em 2026, pretendemos manter esse ritmo, implementando ainda mais melhorias”, acrescentou.


