Brasil se prepara para oferecer 5G em todas as capitais até o primeiro semestre de 2022

A quinta geração de internet móvel promete revolucionar a indústria, o agronegócio, as empresas e a rotina das pessoas. Ela permite o tráfego de dados muito mais rápido que a anterior, a 4G, além de tornar as conexões mais estáveis e suportar número elevado de equipamentos conectados ao mesmo tempo.

O Brasil ainda está na fase inicial, que é a de leilão das frequências, cujo edital já foi aprovado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e aguarda a autorização do Tribunal de Contas da União (TCU) para acontecer ainda no primeiro semestre deste ano. A previsão do Ministério das Comunicações é que o serviço estará disponível em todas as capitais e no Distrito Federal até julho de 2022.

De acordo com o Observatório Europeu do 5G, em 24 países do continente existem empresas de telecomunicações oferecendo a nova tecnologia, que também já é realidade em países como China, Japão e Estados Unidos.

A União Internacional de Telecomunicações (UIT), em documento sobre o tema, segundo a Agência Brasil, argumenta que o 5G pode ajudar as pessoas a aproveitarem os benefícios de uma “economia digital avançada e intensiva em dados”, irá contribuir na implantação das chamadas “cidades inteligentes” e permitirá um incremento na experiência online pelas novas aplicações que suportará e pelas maiores velocidades.

“O 5G provê uma oportunidade para operadoras moverem além de ofertar serviços de conexão, desenvolvendo ricas soluções e serviços para consumidores e indústrias em um rol variado de serviços, e a um custo acessível”, ressalta a UIT no documento “Definindo o cenário para o 5G: oportunidades e desafios”, destaca a entidade.

O 5G poderá dar suporte a diversos tipos de aplicações benéficas. Elas vão desde os sistemas de pagamento até a viabilização de carros autônomos (que funcionam sem motoristas), bem como outras soluções de Internet das Coisas envolvendo sensores e monitoramento em fábricas ou sem serviços públicos (como acompanhamento de consumo de água ou de lâmpadas de postes).

Na avaliação do MCTIC, a tecnologia poderá contribuir também na produção. “O 5G será um componente chave para o aumento da troca desembaraçada de dados entre máquinas, instalações, humanos e robôs, o que permitirá o desenvolvimento de uma logística inteligente, produção conectada de sistemas cyber-físicos e de comunicação máquina a máquina.

 

Fonte: Ministério da Comunicação

Imagem: Divulgação

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