Boa Vista dá dicas ao consumidor para começar uma reserva de emergência

Ter uma reserva é importante para cobrir, por exemplo, gastos imprevistos no orçamento ou para ter mais tranquilidade em situações também inesperadas, como perder o emprego ou ter diminuição da renda.

Fazer uma reserva financeira e, assim, ficar preparado para uma emergência é de extrema importância. Porém, é comum que essa não seja uma tarefa simples e fácil para muitos consumidores, já que em vários casos o salário é suficiente apenas para cobrir as despesas essenciais, não sobrando nada para poupar. Em um cenário econômico como atual, muito impactado pelos efeitos da pandemia, muita gente se viu diante deste dilema e da necessidade de aprender e começar a poupar para ter recursos que possam ser usados em situações inesperadas. Por isso, a Boa Vista preparou algumas dicas para que o consumidor consiga, mesmo que aos poucos, fazer uma reserva.

Imprevistos acontecem, por mais que se planeje as finanças nos mínimos detalhes. Logo, o ideal é que o consumidor tenha uma quantia guardada para esses momentos. Eles podem ser muitos: perda de um emprego, diminuição da renda, carro quebrado, manutenção da casa, a compra de um medicamento para um problema de saúde etc. Até mesmo coisas boas podem exigir gastos não planejados, como um convite para ser padrinho de casamento, por exemplo. Tendo dinheiro guardado, é mais fácil passar por esses momentos sem ter de cortar uma outra despesa, ou se endividar desnecessariamente.

E qual é a quantia ideal da reserva de emergência?
O ideal é que a reserva de emergência cubra pelo menos seis meses das despesas mensais básicas de uma pessoa ou da família. “Ou seja, não há uma quantia exata. Tudo vai depender da renda, da média mensal de gastos, e do quanto a pessoa ou a família pode guardar. O importante é que tenha o suficiente para cobrir as despesas básicas, como aluguel, condomínio, contas de água, luz, gás, internet, supermercado, entre outras que são recorrentes, por alguns meses”, explica Roseli Garcia, Diretora de Relações Governamentais da Boa Vista.

É preciso fazer um bom planejamento financeiro para saber de quanto é a despesa mensal, depois disso é que se começa a fazer uma reserva de forma planejada. Sabendo deste valor, o próximo passo é avaliar quanto o consumidor consegue poupar por mês para saber quanto tempo levará para fazer a reserva do dinheiro, que deve ser aplicado, preferencialmente, em uma poupança ou em outro tipo de investimento.

“Agora se tudo o que o consumidor ganha já tem destino, vai ser preciso avaliar cortes de alguma despesa. A dica é começar avaliando para onde vai o dinheiro mensalmente e separando o que é mais indispensável e o que não é, para ver se dá para cortar alguma coisa”, diz a diretora da Boa Vista.

Para identificar gastos que podem ser cortados, é recomendado listar em ordem crescente os prioritários, em um caderno ou em uma planilha no Excel. Os itens que ficarem no fim da lista serão os menos importantes. Às vezes, nem é preciso cortá-los, mas apenas reduzi-los. Pode parecer algo pequeno, mas é o primeiro e mais importante passo. Este dinheiro poupado já poderá ser usado para a reserva.

Onde deixar o dinheiro?
Uma vez definido o valor mensal a ser guardado, o próximo passo é onde guardá-lo. Uma boa dica é por esse dinheiro em um investimento ou uma poupança que não seja aquela conta que o consumidor usa para suas despesas do dia a dia, para não correr o risco de usar o dinheiro em outras coisas.

Ainda que o valor definido seja pequeno, é importante realizar este passo para que a rotina da construção da reserva de emergência seja estabelecida.

Abrir uma conta poupança só para guardar o dinheiro da reserva financeira é uma boa dica. Se preferir, o consumidor pode aplicar em algum outro tipo de investimento. Mas observe que a reserva de emergência precisa ter liquidez e, preferencialmente, baixo risco.

Periodicamente é válido conferir se a reserva de emergência está realmente crescendo e quantos meses de despesas básicas mensais ela já cobre.

Ao ser alcançado o valor estabelecido, o consumidor pode aproveitar que já aprendeu a poupar, e estabelecer uma nova meta e continuar guardando dinheiro”, orienta Roseli Garcia.

 

Fonte: Boa Vista Serviços

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