A necessidade de ter como referência a racionalidade aliada a compaixão e ao amor

A necessidade de ter como referência a racionalidade aliada a compaixão e ao amor

 

Tenha visto tanta hipocrisia que ando com preguiça até mesmo de pensar no assunto quando sou questionada.

É preciso levar a sério o que diz Mateus 7:3 “Por que reparas tu o cisco no olho de teu irmão, mas não percebes a viga que está no teu próprio olho?

 

Li e fiquei muito comovida com esse artigo do querido Ricardo Gondin (@ricardogondin), Pastor da Igreja Betesda (@igrejabetesda).

 

 

A questão LGBTQI+

 

Algumas questões não me dizem respeito diretamente. Não sou homossexual e, portanto, não preciso me posicionar sobre o tema por qualquer necessidade pessoal. Ao contrário, vivo em meio a uma cultura religiosa que considera homossexualidade e transsexualidade como desvios. Se escrevo e me posiciono fico sob a guilhotina de gente piedosa. Mas, por que faço?

 

[enumero para ser didático].

 

  1. Mudei a minha compreensão da doutrina da queda.

 

Parei de ler os primeiros capítulos de Gênesis como descrição factual do pecado original. Não acredito na doutrina da queda e não concebo as pessoas como inerentemente torcidas no caráter. Não entendo a sexualidade com as lentes de Santo Agostinho que via o sexo só para procriar e sempre envolto no pecado da lubricidade. Pessoas praticam o sexo por prazer e isso não é errado; e podem, por motivos que não têm nada a ver com perversão, ser atraídas por outras do mesmo sexo.

 

  1. Mudei a minha forma de ler a Bíblia.

 

Não acredito que tabus sexuais e interdições alimentares estejam na Bíblia porque Deus assim determinou. Pessoas e culturas quiseram dar um status sagrado ao que restringiam e, por isso, passaram a dizer que Deus mandou que fosse daquele jeito. Leio a proibição de relações entre pessoas do mesmo sexo em Levítico com as mesmas lentes que leio a proibição de comer camarão ou de vestir roupas misturadas com linhas de lã e algodão.

 

  1. Mudei a minha régua ética e moral.

 

Não posso afirmar que há algo inerentemente imoral em duas pessoas se amarem e consensualmente viverem uma intimidade sexual gozosa. Não consigo imaginar Deus irado com o jogo do amor – hetero ou homossexual. Sei que ele se ira contra o abandono dos vulneráveis, contra o cinismo em usar seu nome em ambições políticas, contra a frieza no assassinato de indígenas, contra o racismo e contra a fome. O resto é jogo de poder.

 

Não pretendo ser o famosinho que “passou a aceitar gays”. Não anelo criar confusão com conservadores. Não busco ganhar simpatia de liberais. Aceito as pessoas LGBTQI+ porque desejo ser honesto com as minhas convicções. Quero espelhar o que entendo como amor na vida de Jesus. E só!

 

 

@ricardogondin

@igrejabetesda

@villyfomin

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